Ao entrar na página oficial dos Mummies na Internet, o anúncio é claro: “Somos uma banda estúpida, este site idem. Se você não se preocupou até aqui com isso, então você é um estúpido também.”O espírito da banda alucinada não fica só no recadinho simpático. Os quatro integrantes do The Mummies, grupo que surgiu em Sao Mateo, cidadezinha perto de São Francisco, na Califórnia, em 1988, só se vestem a caráter para tocar o som sujo, punk de garagem: o figurino é feito de trapos, tiras, fitas crepe, esparadrapos, faixas brancas e imundas. Só os olhos aparecem.
Nenhum dos quatro – a formação original tinha Trent Ruane (no órgão e nos vocais), Maz Kattuah (no baixo), Larry Winther (na guitarra) e Russell Quan (na bateria) – gosta de aparecer, nem de dar entrevista, nem de gravar CD. Só lançavam vinis, mesmo no início da era do formato em CD. Adoram tirar sarro em fotos e no palco. Gostam de se intitular “os reis do rock barato”.
Enfim, a banda tinha tudo para não dar certo – e não deu mesmo. Mas o culto é grande e o quarteto, que saiu de cena no meio dos anos 90, voltou algumas vezes em 2003, 2008 e agora, prometem, em definitivo. Até fizeram shows, nos EUA e na Itália.
Costumam gravar, quando têm paciência e não estão com preguiça ou chapados, em depósitos de móveis. Para fazer parte do conceito de banda de zumbis, os equipamentos e instrumentos usados são danificados ou detonados. No palco, costumam quebrar os instrumentos, claro, num show violento, mas ao mesmo tempo cômico.
Pulam das caixas ou na plateia, rasgam as tiras, se jogam no chão, fazem palhaçadas. Loucura total. Os fãs – que existem – só reclamam de um detalhe: eles usavam, como carro oficial da turnê, um Pontiac 1963 pintado de ambulância. O mesmo veículo já foi pintado de preto, para parecer, claro, um transporte funerário. Está fazendo falta.
Nenhum dos quatro – a formação original tinha Trent Ruane (no órgão e nos vocais), Maz Kattuah (no baixo), Larry Winther (na guitarra) e Russell Quan (na bateria) – gosta de aparecer, nem de dar entrevista, nem de gravar CD. Só lançavam vinis, mesmo no início da era do formato em CD. Adoram tirar sarro em fotos e no palco. Gostam de se intitular “os reis do rock barato”.
Enfim, a banda tinha tudo para não dar certo – e não deu mesmo. Mas o culto é grande e o quarteto, que saiu de cena no meio dos anos 90, voltou algumas vezes em 2003, 2008 e agora, prometem, em definitivo. Até fizeram shows, nos EUA e na Itália.
Costumam gravar, quando têm paciência e não estão com preguiça ou chapados, em depósitos de móveis. Para fazer parte do conceito de banda de zumbis, os equipamentos e instrumentos usados são danificados ou detonados. No palco, costumam quebrar os instrumentos, claro, num show violento, mas ao mesmo tempo cômico.
Pulam das caixas ou na plateia, rasgam as tiras, se jogam no chão, fazem palhaçadas. Loucura total. Os fãs – que existem – só reclamam de um detalhe: eles usavam, como carro oficial da turnê, um Pontiac 1963 pintado de ambulância. O mesmo veículo já foi pintado de preto, para parecer, claro, um transporte funerário. Está fazendo falta.
Confira o video abaixo:
Fonte:R7




