A primeira coisa que chama a atenção nos trabalhos de Alexandre Farto é a textura de suas imagens. As entranhas de muros, cartazes antigos e papéis se tornam a matéria-prima de rostos icônicos e atemporais, ainda que suas “rugas” registrem as marcas da decadência urbana. A linguagem da street art de Bansky ainda está lá, mas usada em um contexto diferenciado e intrigante.
Seja fruto de sua formação acadêmica ou influência de seus primeiros passos no grafite já na adolescência, a versatilidade e proficiência de Alexandre é admirável e um exemplo do que as novas gerações têm a oferecer para as artes visuais. Furadeiras, alvejantes e ácidos, elementos naturalmente destrutivos, são utilizados como ferramentas criativas juntamente com os tradicionais sprays, stencils e tintas, mostrando também uma proposta inovadora do ponto de vista técnico.


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Seja fruto de sua formação acadêmica ou influência de seus primeiros passos no grafite já na adolescência, a versatilidade e proficiência de Alexandre é admirável e um exemplo do que as novas gerações têm a oferecer para as artes visuais. Furadeiras, alvejantes e ácidos, elementos naturalmente destrutivos, são utilizados como ferramentas criativas juntamente com os tradicionais sprays, stencils e tintas, mostrando também uma proposta inovadora do ponto de vista técnico.
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