
Médicos do Hospital Regional de Porto Nacional, a 66 km de Palmas, no Tocantins, encontraram um feto de 44 anos de idade, no interior do corpo de uma mulher de 84 anos. Mas, surpreendentemente, esse não é o primeiro exemplo da descoberta de um "bebê de pedra". Acima está uma imagem de um feto de 40 anos de idade, encontrada em uma colombiana de 82 anos em dezembro passado.
No caso da mulher brasileira, ela acabou no hospital na sexta-feira (7/2) devido a dores de estômago e tonturas. Acontece que, ela tinha um feto de 20 a 28 semanas de idade dentro dela, mesmo que a gravidez foi interrompida mais de quatro décadas atrás.
O fenômeno é chamado litopédio, e apesar destes dois casos registrados nos últimos dois meses, há apenas cerca de 300 casos registrados no mundo. O que acontece é que em algum momento entre 14 semanas ou mais, o feto morre. É grande demais para ser reabsorvido ou abortado, e por alguma razão, ele calcifica e protege o corpo da mãe a partir do tecido morto. Isso é quase exatamente o que aconteceu com essa mulher idosa brasileira após o feto morrer. Mas ele ainda está lá, de acordo com um raio-X, que mostrou o rosto, os ossos dos braços, das pernas, as costelas e a coluna. E ela disse que não quer fazer a cirurgia para a retirada do feto.
É o caso de Zahra Aboutalib (foto abaixo), do Marrocos, que ficou com um bebê calcificado no útero por 46 anos. Veja aqui.

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