
Médicos da Universidade de Edimburgo, na Escócia, acabam de receber o sinal verde para usar o sangue cultivado em laboratório em transfusões para três pacientes com doenças do sangue a partir de 2016. Se for bem sucedido, o sangue artificial feito em laboratório poderá substituir o sangue de doadores em transfusões, à partir de 2035. Quando encontrado para comentar sobre o sangue cultivado em laboratório, um homem lambendo os lábios disse: "Não é mau". Caramba, Drácula!
O processo envolve a utilização de pele de um adulto ou células do sangue que foram geneticamente modificadas para as células-tronco, conhecidas como células pluripotentes estaminais induzidas (iPS).Estas células iPS são então cultivadas em condições biológicas que imitam o corpo humano, conduzindo eventualmente a sua passagem em glóbulos vermelhos maduros.O truque até agora tem sido o aumento da eficiência deste processo de transição, uma vez que nem todas as células são capazes de se transformar em células vermelhas do sangue.A equipe da Universidade de Edimburgo tem essa eficiência para se aproximar de 50% em um processo que leva cerca de um mês.As células vermelhas do sangue são então separadas do resto das células em uma centrífuga.
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